01

Atlas de Genômica Reprodutiva

A Origin é a primeira plataforma clínica a unificar toda a jornada reprodutiva — aconselhamento pré-concepção, FIV, seleção de embriões, monitoramento da gestação e a entrega para a triagem neonatal — em um único registro longitudinal. Onde o mercado depende de soluções pontuais fragmentadas entre clínicas de fertilidade e laboratórios de referência, a Origin trata o casal como a unidade de cuidado e o embrião como entidade de primeira classe, com sua própria cadeia de desfechos. Cada predição vem acompanhada de bandas de confiança calibradas. Cada decisão cai numa trilha de auditoria à prova de adulteração.

01

Triagem de Portadores Equânime por Ancestralidade

Painéis de referência construídos sobre cinco datasets populacionais (gnomAD, H3Africa, GenomeAsia, ABraOM, 1000 Genomes) para eliminar o viés europeu que subidentifica portadores em populações africanas, do Leste Asiático, do Sul Asiático e indígenas.

02

Embrião como Entidade de Primeira Classe

Cada embrião carrega sua própria máquina de estados, da fertilização passando por criopreservação, transferência, gestação e desfecho neonatal, com assinatura criptográfica de cadeia de custódia em cada transição.

03

Inteligência de Mosaicismo com Confiança Calibrada

Classificação de origem meiótica vs mitótica com bandas de confiança calibradas, ancorada em uma coorte de desfechos de mosaicismo construída para esse propósito.

04

Assistente Farmacogenômico de Estimulação em Loop Fechado

Recomendações de dose a partir de variantes em FSHR, ESR2, AMH, CYP19A1 e MTHFR acopladas a monitoramento em tempo real (E₂, contagem folicular, wearables).

05

Livro-Razão de Consentimento Multi-Parte

Motor construído para casais, doadores, gestantes substitutas e portadoras gestacionais, com rastreamento de revogação e um agendador automático de liberação de identidade de 18 anos.

PRINCÍPIOS OPERACIONAIS

Como a Origin é construída de forma diferente

Seis compromissos estruturais que moldam cada decisão que a Origin registra — da camada de schema até a tela do clínico.

01

O casal como a unidade de cuidado

A unidade reprodutiva — não o paciente individual — é o sujeito de primeira classe. Aconselhamento, consentimento, triagem e desfechos vinculam-se ao casal.

02

O embrião com sua própria cadeia de desfechos

Cada embrião carrega um registro imutável da fertilização até a entrega neonatal. Decisões são auditáveis de trás para frente a partir de qualquer desfecho.

03

Bandas de confiança, não estimativas pontuais

Cada predição — risco de portador, aneuploidia, desfecho de mosaicismo, fração fetal — vem com um intervalo de confiança calibrado.

04

Equânime por ancestralidade desde o dia um

Painéis de referência construídos sobre cinco datasets populacionais para que a acurácia da triagem não colapse para ancestralidades não europeias.

05

Cadeia de custódia criptográfica

Cada transição de estado — fertilização, criopreservação, biópsia, transferência — é assinada criptograficamente e à prova de adulteração.

06

Conformidade nativa, não adaptada

ACMG · ASRM · HFEA · ANVISA · LGPD · GDPR · HIPAA · FHIR R4 · GA4GH aplicadas na camada de plataforma, não parafusadas por feature.

280
Dias da pré-concepção à entrega neonatal
O intervalo que a Origin registra ponta a ponta
5
Datasets de referência para triagem equânime por ancestralidade
gnomAD · H3Africa · GenomeAsia · ABraOM · 1000 Genomes
9%
Pacientes com >50% de ancestralidade genômica inconsistente com a autodeclaração
Fonte: Nature (2020)

Avançando a Medicina e a Saúde Global, Juntos